Por José Carlos Araújo

O que acontece com a nossa política? Onde esta a confiança em nossos antigos representantes? Onde estão aqueles que ocupam o poder, mas deixaram a confiança do eleitor ir pelos ralos?

Poucos conseguem responder a estas perguntas, mas uma certeza, gente nova tem incomodado este ano quando o papo aqui são as eleições.

Imagem ilustrativa

Acredite ou não as pesquisas apontam para os novatos e nomes que você, eu e muita gente não esperávamos ver durante programas eleitorais na TV e no rádio. Apesar da surpresa os “novatos” estão crescendo cada vez mais na reta final das eleições de 2010.

Tivemos exemplos como o deputado federal Clodovil, que arrancou o máximo de votos durante eleição para deputado federal, e venceu sem ressalvas em São Paulo.

Daí pra frente muita gente se arriscou e agora não a quem duvide, que eles os novatos e excêntricos candidatos vão dar muito trabalho no dia (3) de outubro.

Em recente entrevista o site UOL procurou ouvir especialistas influentes para saber qual é o segredo deles.

Porque o fenômeno esta cada mais revolucionário dentro da política brasileira. A confiança dos eleitores esta cada vez mais em jogo, quando o papo é em quem votar!

Eles são chamados de inusitados e até bizarros por em pouco tempo conseguirem atrair como vez mais um grande número de seguidores. Mas a quem conteste esses fenômenos que surgiram ainda na década de 80, como detalha a reportagem UOL determinada pela opinião dos especialistas.

As bizarrices são extremamente exploradoras nesse campo, segundo alguns conhecedores.

Por enquanto o quadro ainda pré-definido pelo fato de que o voto ainda não foi computado, mas caminha para segundos absolutamente cruciais na história da redemocratização brasileira existentes há duas décadas.

Acesse este link e leia a reportagem na integra: http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/09/19/partidos-fracos-e-sistema-eleitoral-estimulam-surgimento-de-candidatos-bizarros.jhtm

Se pretender pode comentar também, sua opinião faz parte da história da nossa política, porque talvez ainda não o decidisse em quem votar, e, lógico a mesma crônica elaborada pelo UOL sugere que reflita, porque seu voto é muito extraordinário nesse momento.