Delegado Edson Moreira - DHPP de Minas Gerais

Por José Carlos Araújo

Estratégia ou não o ex-goleiro do flamengo, Bruno Fernandes, sentiu-se mal ainda numa cela no fórum do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira, (17) à tarde e desmaiou. Ele e Macarrrão não prestaram depoimentos. Os dois são acusados de seqüestro e lesão corporal em outubro de 2009, devido ao fato de supostamente seqüestrar e tentado obrigá-la a praticar aborto. Macarrão ao pedir pra falar disse que Bruno tentou se matar duas vezes ao completar 70 dias na prisão, e, disse que não queria acrescentar mais nada. Disse que não esta aguentando mais a situação.

Ércio Quaresma, advogado de Bruno disse em entrevista e repete a mesma tése sempre que é questionado sobre a inocência do atleta, que seu cliente “não matou Eliza”. Poucos duvidam da questão firmada por Quaresma, que colocou assim que chegou ao fórum do Rio de Janeiro, Bruno a inteira disposição da justiça carioca para teste de DNA, que pode ou não confirmar a paternidade do filho de Eliza.

Mas a quem duvide também que Eliza não esta morta, e, até de que Bruno é inocente pelo fato de que cientificamente a ex-garota de programa nem se quer apareceu. Onde o corpo?

Incógnita a parte o ex-goleiro rubro negro foi preso e com ele um grupo de amigos acusados de participarem do suposto assassinato de Eliza.

Bem verdade que a partir do momento que questionamos a maneira como nossa segurança age, surgem as mais diferentes teorias e casos que envolvem nossa polícia, famosa por prender e soltar por falta de provas.

HISTÓRIA MERAMENTE ILUSTRATIVA

Há algum tempo os principais líderes da segurança mundial se reuniram para saber qual o país é considerado aquele mais hábil e operante em suas funções. Sendo assim, reuniram-se as polícias Scotland Yard do Diretório de Nível Profissional da Inglaterra; o FBI – Federal Boreau of Investigation dos Estados Unidos, e em seguida a nossa Polícia Federal – PF.

A prova era simples, com um coelho um dos organizadores da competição que escolheria a mais atuante e eficiente polícia reuniu três grupos com os mais conceituados homens das diferentes policias. Eles poderiam usar suas técnicas e regras. A equipe que pegasse um coelho no meio do mato com menos tempo seria a melhor policia do mundo.

Então se deu início a competição. Primeiro foi a Scotland Yard, que entrou na mata e quando saiu com o coelhinho algemado e imobilizado marcou o surpreendente tempo de apenas 5 minutos para capturá-lo.

Depois foi o FBI – que não demorou mais que 3 minutos para agarrar o artificioso coelho no meio da mata. Em seguida a PF brasileira se posicionou e deu inicio a busca pelo coelho. Lógico, tempo recorde, 1’15 minuto. E, quando chegou o organizador arregalou os olhos e indagou: mas esse animal não é um coelho, é um javali!

O comandante da equipe abriu o porta-malas da viatura com seu fuzil AR-15 cruzado e o pobre do javali respondeu repetidamente assustado e todo molhado: eu sou um coelho! Eu sou um coelho! Eu sou um coelho!

Moral da história, que artifício usara a policia de Minas Gerais que prendeu e afirma que Bruno é um dos assassinos de Eliza?