Arte ilustrativa


Por José Carlos Araújo

Os próximos quatro anos de nossa política brasileira serão decididos dentro de alguns dias quando nós eleitores iremos às urnas para escolhermos os nossos representantes. O futuro esta em nossas mãos mais uma vez.

Sendo assim, teremos o compromisso de apontar quem em nossa opinião possa administrar com competência, honestidade e acima de tudo não colocar em cheque valores éticos e morais da nossa política, já atualmente abalados por tantas notícias negativas que envolvem aqueles escolhidos por nós mesmos a pouco tempo atrás. Lógico, a regra é clara, a ciência não encontrou até o momento o antídoto com tamanha eficiência que possa eliminar esse mal (a corrupção) às vezes genético, às vezes estimulado por maus representantes, e, já corrompido.

Este ano nosso compromisso é maior e teremos pela frente a responsabilidade e o dever democrático ao escolher seis funções (cargos) políticos. Dois senadores, governador, deputado estadual e federal, e o mais importante dos relacionados, o nosso presidente.

O Tribunal Superior Eleitoral – (TSE) a exemplo de toda eleição nos permite levar até a urna a tradicional cola com o número dos nossos candidatos. O que não é tão difícil assim lembrar os respectivos algarismos! Difícil mesmo, é saber em quem depositar tanta confiança se levarmos em conta a conduta de cada escolhido.

Por isso pense bem ao depositar sua valiosa certeza naquele que você pensa ou a dissera que é o “cara”. Ele pode ter rostinho de cordeiro, mas o coração de demônio. Então sendo assim ele (seu candidato escolhido) o trairia não apenas três vezes com o cantar do galo, mas o que é pior durante os próximos quatro anos!