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Por José Carlos Araújo

Quem acompanhou viu que os principais candidatos a governador por Mato Grosso participaram nesta quinta-feira (12) do primeiro debate na TV no estado. Este foi o primeiro confronto direto de idéias dos políticos que lutam, relutam e fazem das “tripas o coração” para ocupar o Paiaguás a partir de 2011.

Pois bem, no campo dos eternos combates os “matogrossenses de coração” expiraram suas mais diferentes visões, colocando em jogo inclusive situações como a tragédia de Marcelândia, ocorrida nesta terça-feira (10) quando casas e empresas do setor madeireiro foram varridas do município ao norte do estado por um incêndio que desabrigou centenas e matou animais no pasto.

A TV Cidade Verde – afiliada da Band mostrou o desequilibriu e não o equilibou dos candidatos que usaram o mesmo discurso do passado e estratégia para atacar seus adversários – agora vivo.

Assuntos como infraestrutura, saúde e segurança pública não foram poupados.

O candidato Wilson Santos – (PSDB) declarou sua oposição ao governo, protestação óbvia e, pediu que não fosse confundido porque não é “farinha do mesmo saco”.

Mauro Mendes – (PSB) usou como tema de uma das suas fala à tragédia que desabrigou e matou animais em Marcelândia, devastada pelo fogo esta semana. No afago e desespero pela permanência no cargo de governo o candidato Silval Barbosa – (PMDB) usou da estratégia que pode melhorar ainda mais as condições atuais do estado.

Assim, a arena montada pela Band em Mato Grosso, procedeu daquilo que todos esperavam, ou seja, nada mais além do que ataques e lógico “nada mais”.

A finalidade seria quem sabe ouvirmos propostas e um modelo de governo futuro concisos, e o que vimos foi além do imprevisto.

A insegurança estava presente. A incerteza de futuras mudanças também.

E por enquanto nada foi devidamente esclarecido, ou melhor, o ponto de partida em saber em quem votar em outubro deste ano ficou para um novo encontro, e enfim que sabe possam apresentar algo de novo sobre aquilo que nós conhecemos muito bem como eles fazem por aqui, “nada vezes nada”.