Por José Carlos Araújo

A gentileza e a hospitalidade de Sinop, norte de Mato Grosso (500 quilômetros) de Cuiabá, está cada vez mais sendo motivo de comentários.

Fruto de uma economia concentrada no setor madeireiro e pólo na educação na região e no estado, a quarta maior cidade de Mato Grosso também gera milhares de empregos nos mais diferentes setores.

Foi assim no passado quando atraiu milhares de pessoas dos quatro quantos do Brasil, e tem sido atualmente aos seus 37 anos de emancipação político e administrativo. Mas a questão é, e seus valores morais se perderam?

Comenta-se por aqui – que naquela época a violência não era de tamanha relevância, mas como tudo tem seu preço!

Determinadas situações colocam o município de mais de 130 mil habitantes num nível bem mais baixo devido a pequenos problemas sociais que norteiam seus bairros necessitadas de infra-estrutura e outras necessidades.

Os efeitos negativos surgem naturalmente e ganham os espaços públicos mais freqüentados, como as praças centrais de grande movimento nos finais de semana. Esses mesmos locais de gente civilizada, também atraem pessoas sem abrigo ou trabalho fixo. Os andarilhos como são denominados, simplesmente tomam posse das praças as transformando em verdadeiras etnias e campos de batalha, e, de lazer.

Fazem sexo a luz do dia, matam, furtam as pessoas, ameaçam e pensam que por direito podem usufruí-las desses locais para suas necessidades fisiológicas diárias, enfim, para tudo aquilo que se acham ter direito.

No mês passado apenas uma transa às 16h diante de dezenas de pedestres que tentavam fazer suas caminhadas de rotinas.

Na semana passada alguém literalmente “mijava” embaixo de uma árvore sem se preocupar com quem passasse por ali entre crianças e senhoras.

Ontem Ivo Ciman de (71) anos foi espancado pelo amigo de rua, seu José da Costa Guimarães Neto, (44) anos.

Foto: Expresso MT

Nesse momento não posso informá-los sobre o que acontece, pois não tive coragem de passar por nenhuma praça!