Por José Carlos Araújo

Uma reportagem publicada pelo France Presse nesta quinta-feira (01/07) nos convida a refletir sobre as diferenças sociais. Pois bem, em poucas palavras explico. Tanto se vê e praticamente todos os dias alguém por ai reclama, “as coisas só funcionam para quem tem dinheiro”. É nesse ponto que sugiro a reportagem abaixo sobre longevidade.

Você já imaginou se, quem sabe um dia alguém consegue a fórmula para vivermos mais do que nossa natureza suporta? Será que essa mesma fórmula valerá para todos, ou melhor, para todas as classes sociais?

Então, o fulano e o Ciclano estão corretos em querer saber quem será beneficiado se um dia alguém puder viver mais além daquilo que Deus nos permite.

Foto: Cyril Folliot / France

Fonte: France Presse

Cientistas identificaram um conjunto de variações genéticas que permitem prever com 77% de sucesso se uma pessoa tem chances de viver mais de 100 anos, segundo estudos publicados esta quinta-feira (1).

Depois de analisar o genoma de mais de mil pessoas com cem anos ou mais, médicos e estatísticos descobriram 150 características genéticas particularmente frequentes nas pessoas que têm uma longevidade excepcional em comparação com o resto da população.

Os centenários são um exemplo ideal de envelhecimento, pois desenvolvem doenças relacionadas com a idade, como câncer, problemas cardiovasculares e demência muito depois dos 90 anos, destacaram os autores da pesquisa, publicada na revista “Science”.

A equipe de cientistas conseguiu isolar 19 características genéticas específicas relacionadas à longevidade excepcional que caracterizam 90% dos centenários examinados.

Eugenie Blanchard, 114 anos de idade, é a mulher

mais idosa do mundo.